Conducere Entrevista: tecnologias ativas e passivas3 min read

Tecnologias ativas e passivas, essa é a abordagem de Valeska Schwanke Fontana Salvador, CPO da Conducere,em postagem da rede Linkedin.

Para esclarecer um pouco mais, a indagamos sobre os principais pontos dessa reflexão.

Conducere entrevista: Tecnologias ativas e passivas

Valeska Salvador especialista em tecnologiaas ativas inovadoras

Conducere: O que são tecnologias ativas?

Valeska: Vamos do princípio! Primeiro precisamos entender o que é uma tecnologia. Pelo dicionário, um dos significados possíveis é:

Conjunto de processos, métodos, técnicas e ferramentas. (MICHAELIS, 2017).

Ao pensar em uma tecnologia ativa, temos que desenvolver um processo, método, técnica e/ou ferramenta que o seu usuário, e aqui me permita substituir o vocábulo por aprendiz, possa participar ou melhor se envolver com o projeto proposto.

Conducere: Você questiona se as tecnologias são iguais, diferentes ou complementares. Pode esclarecer um pouco mais?

Valeska: Claro! Existe um jargão popular que diz:”nada é 100% bom, assim como nada é 100% ruim”. O que quero dizer é que em matéria de aprendizagem, nada se exclui, mas se modula. Pense como Lavoisier:

…nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”

Isso é importante porque não podemos crucificar uma tecnologia e enaltecer a outra. Tudo vai depender do projeto, do contexto e principalmente dos objetivos estratégicos.

Por exemplo, apesar de atuarmos com a andragogia e heutagogia, dependendo do projeto, precisamos nos ater ao preceitos da pedagogia. Imagina que alguém que desconhece completamente o assunto a ser abordado, possa criar um nexo entre isso e sua aplicação imediata?

Temos sempre que levar em consideração onde queremos chegar com nossa ação. Depois disso traçado, iremos analisar que tecnologias, sejam estas ativas ou passivas, podem compor o nosso projeto.

Conducere: Vimos que na sua postagem evidencia a pirâmide de aprendizagem. Poderia discorrer um pouco sobre isso?

Valeska: A pirâmide de aprendizagem (the learning pyramid) é um infográfico muito funcional. Essa que apresento é oriunda dos estudos do NTC (National Training Laboratories). Tem outra representação que é de William Glasser, que traz percentuais um pouco diferentes, mas que acabam sendo congruentes.

Além dos percentuais apontados, que por si só já demandam amplo espectro de análise e discussão, perceba que ela separa as tecnologias em ativas e passivas.

Tecnologias ativas e passivas

Google imagens

Na abordagem escrita para o Linkedin, a ideia foi demonstrar que o “modismo” das videoaulas, conforme comprovado pela própria pirâmide, não gera aprendizado, sem que haja a complementariedade de outras tecnologias como suporte.

Conducere: Qual conselho daria aqueles que estão lendo esta entrevista?

Valeska: Não se esqueçam de que suas ações são em prol do desenvolvimento e da formação de outras pessoas. Não as trate como um recurso ou limite o seu poder e vontade de crescimento.

Analisem criteriosamente as estratégias e objetivos a serem planejados e alcançados e principalmente, não se deixem levar por modinhas. O case de sucesso de uma empresa, não necessariamente será o da sua empresa, pois muitas variáveis estão em jogo: cultura, maturidade, nicho, contexto, entre outros.

Ainda, caso necessitem, não hesitem em solicitar ajuda para uma configuração adequada, inovadora e inteligente.

Conducere: Agradecemos pela contribuição da Val, nossa CPO,  e deixaremos o link de acesso para a postagem no Linkedin abaixo.

Compartilhem conosco suas percepções sobre este assunto e sugiram novas pautas para esta coluna!

Fiquem com Deus e até a próxima!

Postagem no Linkedin: Tecnologias ativas e passivas: iguais, diferente ou complementares?

Conducere indica

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Referências:

PIRÂMIDE DE APRENDIZAGEM. Google imagens. Disponível em: <https://pt.linkedin.com/pulse/como-potencializar-o-seu-processo-de-aprendizagem-m-mazziotti>. Acesso em: mai.2017.

TECNOLOGIA. Dicionário Michaelis. Disponível em: <http://michaelis.uol.com.br/busca?r=0&f=0&t=0&palavra=tecnologia>. Acesso em: jun. 2017.

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