Ecossistemas de inovação, isso é o que desejamos para as organizações!

Transformar as empresas em ecossistemas de inovação, através das pessoas do time e da tecnologia. Esta é a missão que estabelecemos aqui na Conducere.

O que entendemos por ecossistemas de inovação?

Para que possamos fazer referência à inovação, vamos procurar relembrar, em primeiro lugar, o que é um ecossistema.

Tal denominação indica um sistema formado por um meio natural e por uma comunidade de organismos.

Ao transportarmos ecossistema para o mundo corporativo e que foca a inovação contínua e sustentável, podemos dizer que é um sistema formado pela organização (empresa) e o mundo que a cerca (times de funcionários, clientes, fornecedores, governo e a sociedade, de uma forma geral).

Assim, não podemos dizer, de forma alguma, que o ecossistema de inovação abarca somente a empresa, exclusivamente. Seria um olhar míope, uma falta incrível de visão sistêmica e estratégica.

Como não considerar a relação e o impacto que qualquer ação da empresa exerce nos atores da sociedade onde ela está inserida?

Por isso mesmo, os ecossistemas de inovação, que aqui estamos defendendo, envolvem necessariamente os chamados stakeholders, ou seja, as partes interessadas da empresa, de forma direta ou indireta.

Por que basear os ecossistemas de inovação em pessoas e tecnologia?

Para iniciar a resposta desta pergunta, relevante, é importante lembrarmos que o propósito da Conducere passa por termos empresas inteligentes e humanas.

Assim, nada mais natural que a ênfase estar nestes dois pilares.

Aliás, quando nos referimos às pessoas do time, estamos nos referindo a todas as pessoas que fazem parte da organização. Isso porque ou todas fazem parte do time ou então há somente um grupo de pessoas, não um time.

Além do que, não há que se falar em empresa inteligente sem utilizar as tecnologias desenvolvidas até o momento. Em especial estando em pleno século XXI, com tamanho avanço das tecnologias da informação e comunicação.

Ocorre que há uma palavra mágica para nós, quando nos referimos a ecossistemas de inovação: equilíbrio.

Deve sim, haver uma relação harmônica, equilibrada entre o uso massivo da tecnologia em detrimento da inteligência humana.

Então quer dizer que a Conducere é contra a Inteligência Artificial?

De forma alguma, não utilizar a IA (Inteligência Artificial), que é uma das tecnologias mais avançadas que temos hoje, século XXI, não seria próprio de uma empresa inteligente.

Ecossistemas de inovação: inteligência artificial

Fonte: Google Imagens

A grande questão não está em utilizar ou não a IA. O ponto central é COMO utilizar a IA.

Sugerimos a leitura dos artigos:

Realidade Virtual: solução de todos os problemas de aprendizagem?

Inteligência artificial: será que seremos extintos?

Fato é que algumas posições nas organizações, hoje ocupadas pelos seres humanos, serão substituídas por máquinas dotadas de inteligência artificial.

Na prática, isso já está ocorrendo há algum tempo. Basta ver o exemplo das linhas de produção “escuras”, aquelas operadas exclusivamente por robôs.

Ah, o que dizer dos atendimentos via chat que encontramos na web, em sites de diversas empresas, das mais diversas áreas de atuação? A maior parte deles é operado, pelo menos em partes, com robôs dotados de inteligência artificial.

Mas, qual é o papel das pessoas nos ecossistemas de inovação?

As pessoas têm um papel fundamental nos  ecossistemas de inovação, por dois motivos muito  fáceis de compreender.

  1. Os ecossistemas de inovação existem, pois há pessoas inteligentes que os conduzem. Queremos dizer com isso que sãos as pessoas, ao fim e ao cabo, que geram inovação. Isso porque, seguindo a premissa da Teoria da Criação do Conhecimento Organizacional, de Nonaka e Takeuchi, somente pessoas criam novos conhecimentos. O que é o insumo básico para a inovação. 

2. As pessoas são a razão das organizações existirem. Pode parecer óbvio para  muitos de nós tal afirmação, mas isso não retira a importância de uma reflexão a respeito. Pense no seguinte: qual a razão da sua empresa existir senão para atender a necessidades das pessoas? Logo, parece claro que sem pessoas para se beneficiarem com as soluções que as organizações produzem, tais organizações perdem sua razão existencial. 

Ah, falamos sobre isso neste post URGENTE: precisamos de líderes humanos e inteligentes nas nossas empresas! e neste O (in)dispensável elemento humano para as organizações.

Como pensamos o desenvolvimento dos ecossistemas de inovação?

Após tratarmos dos pilares destes ecossistemas (pessoas e tecnologia), vamos falar sobre o desenvolvimento dos ecossistemas de inovação.

Quem sabe você já tenha se deparado com uma situação do gênero, por isso vai compreender perfeitamente o nosso ponto de vista.

Normalmente, quando aventamos a possibilidade de gerar alguma mudança na organização, sugerem questões como: 

  • Isto serve apenas para as grandes empresas.
  • Somos uma empresa muito pequena e em desenvolvimento. 
  • Não temos equipe para pensar a inovação contínua. 
  • Não temos orçamento previsto para este tipo de demanda. 
  • Já temos um programa de inovação em andamento. 
  • Não prevemos a implantação de um ecossistema de inovação no nosso planejamento estratégico. 
  • Nossos esforços hoje estão concentrados em desenvolver novos produtos e na área comercial. 

Pensando nisso, é muito relevante considerarmos alguns mitos que, na nossa visão acerca de ecossistemas de inovação, perpassam este tema.

Mitos sobre a inovação e o seu ecossistema

Não obstante as pessoas serem extremamente criativas também com relação a mitos que adotam a respeito de determinados temas. Vamos procurar discutir alguns, que vivenciamos com maior frequência no mundo corporativo.

  1. A inovação deve estar baseada num programa específico 

Este é um dos mitos mais comuns, senão o mais comumente encontrado no mundo corporativo.

Há que se dizer, em primeiro lugar que não estamos dizendo que a inovação esteja ancorada num projeto, o qual tem um início e fim definidos. Estamos nos referindo a um programa, ou seja, que há continuidade.

Pois então, onde está o problema em se ancorar a  inovação em um programa?

O problema começa pelo fato que a inovação tem que deixar de ser um programa e passar a estar na cultura, no DNA da empresa, para ser contínua e sustentável. Não obstante a “implantação” do conceito de inovação, quase sempre inicia com um programa.

Outro problema aqui é que se a inovação está baseada num programa específico, então ela está sujeita a uma pessoa (ou mesmo um comitê) que determinará seu futuro.

Como isto acontece?

Todo e qualquer programa empresarial tem um(a) coordenador(a), um orçamento específico, um tempo para ocorrer etc. e tal.

Com isso não estaremos limitando os benefícios da inovação a partir da criação constante de novos conhecimentos?

Por outro lado, não estamos defendendo aqui que não devemos ter controle de ações, orçamento determinado, coordenadores para os processos. Nada disso.

O fato é que: não faz sentido tratar a inovação como um programa!

Ela deve estar na cultura, no DNA da organização, acontecendo ao natural. Também com isso sendo controlada como qualquer processo estratégico da empresa.

2. A inovação deve ser gerenciada pelo departamento de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) 

Este é mais um dos mitos extremamente comuns de se encontrar no mundo corporativo.

O fato é: não há problema algum em ter um departamento de PD&I. Muito antes pelo contrário, nós incentivamos que ele exista e que seja estratégico para a organização.

A questão verdadeira aqui é: não faz nenhum sentido considerar que toda e qualquer inovação virá, necessariamente, do departamento de PD&I.

Será que empresas consideradas mundialmente inovadoras, algumas disruptivas, como Apple, 3M, Google, Netflix etc., dependem de um único departamento para manterem-se nesta condição?

Voltamos a defender que ecossistemas de inovação somente sobrevivem se inovação estiver no DNA da organização.

3. Inovar custa caro, não é para empresas pequenas 

Você já ouviu isso, não é mesmo?

De uma forma ou de outra, este tipo de objeção acaba aparecendo quando o tema inovação passa a ser tratado de forma estratégica na empresa.

Há que se deixar claro, também, que isso acontece mesmo que estejamos em empresas de médio e grande porte.

Pois bem, a inovação como qualquer processo da organização exige um investimento, seja de tempo, de mentes ou financeiro.

Porém, a inovação não precisa ser um processo caro, por natureza.

A começar pelo fato que podemos falar de inovação incremental, radical, de produtos, serviços, processos do negócio ou mesmo mexendo conceito do produto.

Queremos dizer com isso que há diversos tipos possíveis de inovação. Portanto, há também os que vão exigir um maior ou menor nível de investimento.

Fique claro porém que há inovações que tem custo financeiro zero.

Veja o caso de melhorias significativas nos processos do negócio da empresa, quando se dá atenção devida às pessoas que estão diretamente ligadas às demandas do mercado. Isso também ocorre com as pessoas que estão no chão de fábrica, que “descobrem” novas formas de produzir determinado item, de forma muito mais eficaz e barata.

Ah, não vamos esquecer da segunda parte deste mito: inovar não é para empresas pequenas.

Para derrubar este mito, de forma incontestável, basta refletir: você já viu, sinceramente, as startups, comumente tratadas como inovadoras, nascerem grandes?

Por estes e outros motivos que defendemos: é preciso acabar com os mitos da inovação e desenvolver ecossistemas de inovação.

Como a Conducere fomenta ecossistemas de inovação

Não é demais lembrar que defendemos que a inovação deve ser contínua e sustentável.

Assim, com esta visão em mente, criamos soluções para fomentar, facilitar, possibilitar, que se criem ecossistemas de inovação em qualquer tipo de organização. Independentemente do seu porte, área de atuação ou número de funcionários.

Vejamos quais são:

Ecossistemas de inovação: soluções da Conducere

Intelligent Board: é o conselho de inteligência que ajuda a definir as bases, o conceito e o funcionamento do ecossistema de inovação, específico daquela empresa.

Intelligent Leadership: é o programa de desenvolvimento criado para a Liderança Inteligente, algo essencial para se conduzir ecossistemas de inovação.

Intelligent Team: conjunto de plataformas integradas, que são utilizadas na formação continuada (lifelong learning) das pessoas das organizações, que pretendem ser ecossistemas de inovação, propriamente ditos.

Smart Business HUB: como o próprio nome sugere esta solução é um HUB de soluções, que unidas ou de forma individual agregam valor aos processos do negócio de uma organização inteligente.

Colloquium Corporativo: sendo uma das premissas para a criação do conhecimento organizacional que a empresa possa promover a dialética, este é o caminho mais adequado para isso aconteça. Vale a pena acompanhar o que temos na nossa Confraria do Conhecimento.

Atelier Conducere: pensado para desenhar, planejar e executar projetos de implantação de tecnologias educacionais ativas e inovadoras. Assim como conteúdo e-learning on demand.

Pois bem, vamos dar o primeiro passo para implantar um ecossistema de inovação na sua organização?

quero saber mais sobre os ecossistemas de inovaçãoCompartilhe