Eis o desafio do século: abrir-se à Inovação ou excluí-la do nosso convívio!4 min read

Desafio do século

Olá Caros Amigos Líderes!

Na edição anterior do nosso espaço de reflexão e meditação Homines Formatam, a Valeska nos questionava: Nova geração: você e a sua empresa estão preparados?

Pois bem, hoje queremos aproveitar a oportunidade para avançar nesta discussão, buscando outros aspectos e tentando criar novas matizes para esta oportunidade de aprendizagem.

De fato, não é algo tão simples quanto parece o aceitar o novo, o até então desconhecido, aquele que, muitas vezes, vem questionar a forma como pensamos, agimos e somos.

Ocorre que, querendo nós ou não, a tendência à inércia age a todo momento, ou seja, a tendência natural de um objeto, na física, em resistir a alterações em seu estado original de repouso ou movimento.

Isso explica, de certa forma, a resistência a novas ideias, a novos conhecimentos criados e obviamente à inovação.

Inovar, em nossa vida e em nossas empresas, é algo natural?

Uma pergunta relevante para o nosso século, visto que inevitavelmente quase todo mundo fala na necessidade de inovar de forma contínua como uma das premissas da sobrevivência das empresas nos próximos anos.

Contudo, somos nós seres inovadores por natureza?

Veja a seguinte situação que está relatada no Evangelho segundo Lucas 6,6-11, Cristo provoca os pensadores e formadores de opinião da época a reverem seus modelos mentais, a quebrarem seus paradigmas para dar espaço para novos.

Porém, o que ocorre? Eles não querem nem saber da novidade que este forasteiro, que nem da classe social deles é, e está tentando ensinar algo novo.

Assim, decidem: o melhor para “todo mundo” é acabar com isso, eliminar o “mal pela raiz”.

Você pode dizer, nunca tomamos este tipo de atitude lá na empresa, não somos sectários, nós incluímos a todos.

Será mesmo? 😉

Critérios básicos para que a Inovação aconteça na empresa

desafio do futuro

Google imagens

Perceba, Líder Inteligente, que há alguns critérios para que a inovação aconteça de forma natural na sua organização:

  1. Diálogo entre todas as pessoas da organização: o diálogo deve ser uma constante entre as pessoas e não necessariamente somente entre pares. O que quer dizer aceitar ideias opostas às suas e se dar a oportunidade de pensar sobre elas. Caso contrário, não há diálogo de verdade.
  2. O aprender a aprender: este, como nos traz Peter Senge, na obra A Quinta Disciplina, na realidade depende do diálogo verdadeiro, senão não acontece de jeito nenhum. De fato, se você considera que já sabe tudo, como os Fariseus e Doutores da Lei, no trecho do Evangelho que dá base à nossa meditação e hoje, não há espaço algum para a inovação.
  3. A criação de novos conhecimentos: aqui nos baseamos na Teoria de Criação do Conhecimento Organizacional de Nonaka e Takeuchi, visto que eles demonstram que a criação de novos conhecimentos leva, inevitavelmente à Inovação Contínua. Entretanto, para que se crie novos conhecimentos, além de outros fatores que não vamos abordar hoje, dependemos do aprender a aprender.

Agora, reflita comigo, com sinceridade: você e a sua empresa são naturalmente inovadores? Isto está no seu DNA? Será isso perfeitamente possível para os humanos?

Por que é muito mais fácil excluir o novo do que acolhe-lo?

Você, inteligente como é, já percebeu que manter o status quo, através da nossa querida e tão estimada Lei da Inércia, sem dúvida nenhuma, é muito mais confortável do que abraçar o novo e desafiar-se a abraçar a inovação.

Ao nos aprofundamos na Teoria de Criação do Conhecimento Organizacional de Nonaka e Takeuchi, vemos que um dos critérios expostos por eles como essenciais para que se crie novos conhecimentos é o chamado Caos Criativo.

lei da inércia e caos criativo

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Obviamente, que o Caos Criativo e a Lei da Inércia não são lá os melhores amigos e vão procurar brigar para manter a sua atenção o tempo todo.

Isso, aconteceu com os Fariseus e os Doutores da Lei na época de Cristo, aconteceu comigo inúmeras vezes e, sem sombra de dúvida, acontece diariamente com você e na sua organização.

Assim, antes de julgar alguém e dizer: esta pessoa tem uma mentalidade de velho, não é inovadora, tem que ser descartada, vale lembrar desta “briga interna” que a Lei da Inércia nos leva a travar com tudo aquilo que deseja nos tirar da nossa zona de conforto, nosso status quo.

Como a Conducere pode te ajudar a ser mais inovador(a)?

Diariamente, estamos pensando em evoluções nas nossas soluções, pois precisamos mirar a perfeição, caso contrário cairemos na mediocridade.

Por isso mesmo, quero lhe convidar a conhecer nossos Talk Shows!

Fica em Paz!

Um grande e fraterno abraço.

Créditos

Texto: Jocelito André Salvador

Imagem em destaque no Blog: Freepik.com

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